sexta-feira, 23 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
PARA SER FELIZ
“Os solteiros que estão mal são os que ainda sonham com o amor romântico. Pensam que precisam de outra pessoa para se completar. Como Vinicius de Moraes, acham que que ‘é impossível ser feliz sozinho’. Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos.”Flavio Gikovate
Gikovate – Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele “vazio no estômago” por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que “é impossível ser feliz sozinho”. Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos.Flavio Gikovate
Gikovate – Não há nada de errado em ser individualista. Muitos dos autores contemporâneos têm uma postura crítica em relação a isso. Confundem individualismo com egoísmo ou descaso pelos outros. São conceitos diferentes. Outros dizem que o individualismo é liberal e até mesmo de direita. Eu não penso assim. O individualismo corresponde a um crescimento emocional. Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e não como uma metade desamparada, consegue estabelecer relações afetivas de boa qualidade. Por tabela, também poderá construir uma sociedade mais justa. Conhecem melhor a si próprio e, por isso, sabem das necessidades e desejos dos outros. O individualismo acabará por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criará condições para um avanço moral significativo.Flavio Gikovate
Gikovate – É preciso que o jovem entenda que o amor romântico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, está com os dias contados. Esse amor, que nasceu no século XIX com a revolução industrial, tem um caráter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que é uma afronta à individualidade. O mundo mudou muito desde então. É só olhar como vivem as viúvas. Estão todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor romântico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, várias vezes, até aprender essa lição. Se é que aprendem. Se um jovem já tem a noção de não precisa se casar par ser feliz, ele pulará todas essas etapas que provocam sofrimento.Flavio Gikovate
Gikovate – Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele “vazio no estômago” por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que “é impossível ser feliz sozinho”. Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos.Flavio Gikovate
Gikovate – Não há nada de errado em ser individualista. Muitos dos autores contemporâneos têm uma postura crítica em relação a isso. Confundem individualismo com egoísmo ou descaso pelos outros. São conceitos diferentes. Outros dizem que o individualismo é liberal e até mesmo de direita. Eu não penso assim. O individualismo corresponde a um crescimento emocional. Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e não como uma metade desamparada, consegue estabelecer relações afetivas de boa qualidade. Por tabela, também poderá construir uma sociedade mais justa. Conhecem melhor a si próprio e, por isso, sabem das necessidades e desejos dos outros. O individualismo acabará por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criará condições para um avanço moral significativo.Flavio Gikovate
Gikovate – É preciso que o jovem entenda que o amor romântico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, está com os dias contados. Esse amor, que nasceu no século XIX com a revolução industrial, tem um caráter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que é uma afronta à individualidade. O mundo mudou muito desde então. É só olhar como vivem as viúvas. Estão todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor romântico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, várias vezes, até aprender essa lição. Se é que aprendem. Se um jovem já tem a noção de não precisa se casar par ser feliz, ele pulará todas essas etapas que provocam sofrimento.Flavio Gikovate
sexta-feira, 16 de abril de 2010
sábado, 17 de outubro de 2009
Guajará instumental aqui tem fera!
FOTO BEATRIZ PEREZ E MIRA JATENE
Guajará Festival Intrumental foi dias 15 e 16 de outubro no Hotel gold Mar a maior concentração de feras do instrumental amazonico confere ahe! Delcley Machado Quarteto Tinnokko e Grupo Timbre Toninho Abenatar Ney Conceição Group Paulinho Troupetette Trio Manari MG Calibre 5TET Toninho Abenatar e de quebra Adriana Cavalcanti e voce ainda quer mais?SEBASTIÃO TAPAJÓS
meu cumpadi tava lá só fera eu não disse?Foi uma festa e tanto .
Quem fez uma festança dessa só podia ser a Giuliana agora só ano que vem !
ARTE PARÁ 2009
Luciana Magno
Luciana Magno
Armando Queirós
Walda Marques e Berna Reale
á direita Roberta Maiorana


Senhora Governadora Ana Júlia Carepa

Beatriz Perez
Valzeli Sampaio e Amanda Jones
secretário estadual de Cultura, Edilson Moura
BERNA REALE A PRIMEIRÍSSIMO LUGAR
FOTOS BEATRIZ PEREZAberto ontem, em Belém, o 28º Salão Arte Pará, um dos maiores eventos de arte do Norte do país e que é realizado pela Fundação Romulo Maiorana (FRM). A cerimônia de abertura foi feita às 20 horas, no Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP), reunindo os artistas vencedores e participantes, autoridades como a governadora Ana Júlia Carepa, o secretário estadual de Cultura, Edilson Moura, patrocinadores e diretores das Organizações Romulo Maiorana
Estive lá como faço todos os anos, as obras deste ano de fato me surpreenderam tamanha beleza e criatividade Com curadoria de Orlando Maneschy e Marisa Mokarzel, o Arte Pará 2009 teve como vencedores os artistas Berna Reale, com a obra 'Quando todos calam', Armando Queirós, com 'Tempo Cabano', e Luciana Magno, com 'Vit(R)al'.
O curador abriu a cerimônia e falou da grandeza do projeto. 'O Arte Pará configura-se como uma grande força no sistema da arte na Amazônia. O evento possibilita um trânsito cultural que envolve críticos e artistas. O salão mantém o propósito de projetar nomes na região e fortalecer a arte nacional', discursou Maneschy.(fonte O LIBERAL AMAZONIA)
A festa foi linda e eu tive uma uma maravilhosa surpresa contarei na próxima postagem,
Maneschy querido voce está de parabéns nunca vi um salão tão inovador como esse !
domingo, 4 de outubro de 2009
DESMATAMENTO NA AMAZONIA
Será que ainda está em tempo de salvarvarmos o planeta da destruição total os sinais estão por toda parte ciclones enchentes tempestades terremotos tsunamis e o homen não para com sua ganancia irrefreavel quando não houver mais nada com se alimentar ele descobrirá que dinheiro não se come !
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